"Tudo se come, tudo se comunica, tudo, no coração, é ceia."

Que coincidência esses versos fundos bem hoje em que eu ruminava isto:

Eu não sei se isto me torna mais forte ou mais franco. Também não é desejo de tomar os mesmos bondes. Os bondes passam... Mas, de quando em quando, penso emocionalmente nas mulheres com as quais tive histórias mais ou menos longas; às vezes, brevíssimas.
Não há dúvida de que o bom e o ruim se manifestaram na mesma medida.
No entanto, coisa estranha, lembrar-me dos fatos ruins não faz destilar nenhum amargor. Como se tal espécie de memória tivesse se objetivado e se tornando inofensiva; olho para elas e são como pontes ou carros.
Mas quando me tomam as boas recordações, os pequenos detalhes de distinção, os lapsos de brilho e de fulgor, sinto-me imerso em um formigamento bom...
E tento sumarizar esse passado positivo, catalogá-lo. Mas é impossível. Tudo se mistura e me vejo mergulhado e confuso no acúmulo de mim mesmo...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cap. 68 - O Jogo da Amarelinha