<< Escrever como questão do escrever, questão que porta a escritura que porta a questão, não te permite mais a relação com o ser – entendido primeiro como tradição, ordem, certeza, verdade, toda forma de enraizamento – que tu recebeste um dia do passado do mundo, domínio que tu eras chamado a gerir a fim de com ele fortalecer teu << Mim >>, mesmo que este estivesse como que fissurado, desde o dia em que o céu se abriu sobre seu vazio.>>

Maurice Blanchot (O passo além) em O LIVRO DAS MARGENS, de Edmond Jabès.

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