No vagão do metrô, uma pequena garota insistentemente pergunta para a mãe: "Mãe, eu sou bonita? Eu sou bonita, mãe?". A mãe, sorrindo, dizia que sim. Mas a menina repetia: "Mãe, mãe, mãe, eu sou bonita, mãe?". Paciente, a mãe confirmava que sim, sim, ela era muito bonita. Ao redor, toda a gente já assistia à cena como se aquilo fosse apenas uma coisa de criança, distante de suas vidas adultas. Mas havia uma mulher que, com compaixão no olhar, compreensão e gravidade, olhava para a menininha e perguntava para si mesma: eu sou bonita? Eu sou bonita?

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