poema 190 ou poema repentino ou poema da sacada

Nas noites quentes
ávidos olhos pastam nas ruas
engordam dos passos não dados
engendram a matéria dos sonhos

Nas noites quentes
fervilha o sangue cá dentro
evola a vontade de conquista
da flor nascida a mais pura

Nas noites quentes
é quando se quer beber juventude
até que se esfriem as horas naurora

Nas noites quentes
é quando assoma a vontade mais rude
até que se gele naurora orvalhada

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