“Não era tal ou qual problema humano, social ou político que poderia preocupar Rilke quando, a seu ver, e de maneira tão radical, era o próprio homem em sua essência o enfermo, era o homem singular o que se havia tornado insondável, obscuro, problemático, em seu estar no mundo, em sua relação com a natureza e com Deus.”


Ibáñez Langlois, José Miguel. Em “Rilke, Pound, Neruda: três mestres da poesia contemporânea”.

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