poema 75



A ressonância dos silêncios
tece emaranhamentos de espinhos
E a dor das picadas nos deixa
dolorosamente ativos
Sempre em guarda
como um boxeur já cambaleante, já embaralhado
que não sabe de onde vêm os socos
e por isso revida para todos os lados

Comentários

Patrícia Anette disse…
ô, curti! o falado ficou bom também!
Gostou da "interface" com o vídeo? Não sou dado a essas coisas, mas nesse caso a ideia já surgiu assim.

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