Cap. 81 - O Jogo da Amarelinha

Por quê? Porque nesses casos tentamos agarrar pelo rabo, ao contrário de tentar meter em nossos livros de história? A verdadeira crença é aquela que ri de si mesma, ou chora, porém que nunca se acredita? Assumir que a única possibilidade está no esbarrão, nos acidentes de percurso, no rabo que se tem provisoriamente entre os dedos, na mulher que se tem momentaneamente ao lado. Pro-cu-rar: palavra por demais enfática que parece pedir uma lanterna para iluminar um caminho (e não possuo lanterna alguma e desconheço qualquer caminho). A única coisa que conheço, e que se diga bem, empiricamente (porque me sinto coçar ou com vontade de urinar ou de fazer amor) sou eu mesmo. Não preciso procurar porque já me tenho em minhas próprias mãos. Mas daí...

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